Sem tarjamento, o órgão restringe o acesso a documentos inteiros do SEI por causa de um CPF ou de um endereço. Com o MavenDoc, você tarja apenas o dado que não pode ser exposto e mantém o documento público — atendendo à Lei de Acesso à Informação com segurança da informação.
LAI na prática
Sigilo é exceção: tarje o dado, publique o documento
Tarja definitiva
Dado removido do texto e da imagem, sem recuperação
Em lote
Processos e anexos inteiros tarjados de uma vez
Auditoria
Registro de quem tarjou o quê e quando
O problema
O SEI — Sistema Eletrônico de Informações é hoje o processo administrativo eletrônico de milhares de órgãos públicos federais, estaduais e municipais. Cada processo carrega ofícios, despachos, contratos, notas fiscais, currículos e comprovantes — documentos de interesse público que, no meio do texto, trazem CPF, RG, endereço residencial, telefone, e-mail e dados bancários de cidadãos, servidores e fornecedores.
Diante disso, a prática comum é classificar o documento como restrito no nível de acesso do SEI. O efeito colateral é grave: pela Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527/2011), a publicidade é a regra e o sigilo é a exceção — e cada documento restrito por inteiro, quando bastaria ocultar uma linha, é transparência a menos e um passivo a mais em pedidos de acesso, recursos e apontamentos de controladoria.
O tarjamento inverte essa lógica. Em vez de esconder o documento por causa de um dado, oculta-se o dado e publica-se o documento. A versão tarjada circula como pública; a informação que não pode ser exposta fica protegida de forma definitiva — sem tarja preta reversível, sem texto recuperável por baixo.
Mapa de exposição
Informações que aparecem todos os dias em documentos administrativos e não precisam — nem devem — ficar expostas.
CPF, RG e dados de identificação de cidadãos, servidores e terceiros em requerimentos, currículos e anexos.
Endereço residencial, telefone particular e e-mail pessoal em comprovantes, cadastros e correspondências.
Conta, agência e chaves de pagamento em notas de empenho, prestações de contas e contratos com pessoas físicas.
Laudos, atestados e dados de processos disciplinares que exigem ocultação na versão pública.
Anexos escaneados sem padrão de formato, que exigem OCR antes de qualquer detecção e tarjamento.
Segredos comerciais e dados protegidos por sigilo legal em propostas e contratos, ocultados sem retirar o documento do ar.
Como funciona
Do processo administrativo à versão pública tarjada, sem mudar o fluxo do órgão.
Baixe os PDFs do processo no SEI e envie em lote ao MavenDoc — ou conecte via API para tarjar automaticamente no fluxo de publicação do órgão.
Documentos escaneados passam por OCR, tornando o conteúdo legível para a detecção mesmo em cópias de baixa qualidade e formatos heterogêneos.
A IA localiza CPF, RG, endereços, telefones, e-mails, dados bancários e demais informações sigilosas, inclusive em texto corrido de despachos e ofícios.
O servidor revisa as marcações na tela, inclui ou remove tarjas conforme o caso concreto e mantém o controle final sobre a versão pública.
O dado é removido da camada de texto e da imagem — irreversível. Nada de tarja preta por cima com conteúdo recuperável por baixo.
A versão tarjada volta ao processo como documento público, e o histórico registra quem tarjou o quê e quando, pronto para controladoria e auditorias.
Vantagens
Documentos que iam para o nível restrito passam a ser publicados na íntegra, com apenas o dado sensível ocultado.
Pedidos de acesso deixam de esperar tarja manual: o documento tarjado sai em minutos, não em dias.
A detecção automática reduz a chance de um CPF ou endereço escapar em um anexo de 200 páginas.
Todos os setores do órgão tarjam com a mesma régua, sem depender do julgamento individual de cada servidor.
Cada tarjamento fica registrado para controle interno, controladoria e órgãos de fiscalização.
O tarjamento entra no fluxo de publicação do órgão e processa lotes inteiros de documentos automaticamente.
FAQ
É a ocultação definitiva de informações que não podem ficar expostas — CPF, RG, endereço, telefone, dados bancários e informações sigilosas — na versão pública de documentos do Sistema Eletrônico de Informações, mantendo o restante do documento acessível.
O tarjamento funciona com os PDFs gerados ou anexados no SEI: por upload em lote ou por API integrada ao fluxo de publicação do órgão. O processo administrativo continua rodando normalmente no SEI.
Não substitui — reduz a necessidade dela. Documentos que seriam classificados como restritos por conterem um dado pontual podem ser publicados na íntegra com o dado tarjado, reservando a restrição para o que é de fato sigiloso.
Não. O tarjamento remove o dado da camada de texto e da imagem do arquivo. Diferente da tarja preta aplicada por cima, o conteúdo original não fica recuperável.
Sim. O MavenDoc aplica OCR em anexos digitalizados, mesmo heterogêneos e de baixa qualidade, antes de detectar e tarjar os dados.
O servidor. A detecção é automática, mas a revisão visual permite ajustar cada marcação antes de gerar a versão pública, e tudo fica registrado em trilha de auditoria.
Teste o tarjamento automatizado do MavenDoc com documentos reais do seu órgão e veja quantos processos podem sair do nível restrito.